Esta oração pela libertação de Israel é dividida em duas partes.
A primeira parte (vv.1-12) pede a Deus intervenção urgente contra os inimigos de Israel, os gentios “infunde o teu temor nas nações que não te procuram” (v.2) e as nações estrangeiras (v.3).
A oração chega a clamar que esses povos reconheçam a Deus como eles o reconhecem (v.5), pois os pensamentos e atitudes dos inimigos são de extrema prepotência, pois dizem que não há outro fora deles (v.12).
A segunda parte (vv.13-19) pede a Deus a unificação do povo de Israel, pois nesta época se fala dos “judeus da dispersão”, isto é colônias de judeus que viviam em cidades fronteiras a Israel, e o sonho do autor é ver o povo unificado em Sião (Jerusalém).